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pedro inácio
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Conta-nos um pouco do trabalho que irás realizar no CCMAR.

No CCMAR, irei desenvolver plataformas bioeletrónicas escaláveis que combinam sensores do tipo tatuagem PEDOT:PSS, instrumentação incorporada e análise de sinais baseada em aprendizagem automática para monitorizar o stress fisiológico das plantas — especialmente o stress salino e hídrico em halófitas. O objetivo é fornecer ferramentas de baixo custo e prontas para uso no campo para agricultura de precisão, monitorização sustentável do ecossistema e gestão do solo e da água baseada em dados.

O que fazias antes de te juntares a nós?

Nos últimos anos, trabalhei no Instituto de Telecomunicações, no grupo de investigação do Prof. Henrique Gomes, onde concluí o meu doutoramento sob a orientação dele e de Rute Félix (CCMAR). Posteriormente, ingressei no CEOT, aplicando os meus conhecimentos em tecnologia de sensores, inicialmente em contextos biomédicos e, posteriormente, em aplicações de deteção de plantas.

O que mais gostas de fazer fora do trabalho?

Sou um entusiasta de desporto - correr e jogar futebol são os meus favoritos. Também gosto de ler e ir ao cinema. Acima de tudo, valorizo o tempo de qualidade com a minha família e faço questão de dedicar tempo a momentos e experiências partilhadas.