Sobre o projeto
Os bivalves marinhos são um dos tipos de mariscos mais populares e emblemáticos na alimentação humana. Eles são encontrados pelo mundo inteiro e produção de bivalves em aquacultura está em grande expansão e tem a capacidade de fornecer alimentos sustentáveis e nutritivos e de elevada qualidade de acordo com a visão FOOD2030 da EU. No entanto, a cultura de bivalves está constantemente em risco devido à sua elevada dependência das condições ambientais pois os bivalves são particularmente suscetíveis a contaminantes ambientais e como filtram grandes volumes de água para se alimentar, podem ao mesmo tempo concentrar patógenos e biotoxinas (libertadas pela proliferação de algas toxicas vermelhas) responsáveis por doenças e intoxicações alimentares em humanos. Para além disso, surtos imprevisíveis causados por patógenos microbianos são frequentes na sua produção em aquacultura e têm um impacto negativo na qualidade dos bivalves podendo levar a mortalidades significativas. Portanto, prever ou mitigar as consequências da doença na produtividade da aquacultura de bivalves e na segurança alimentar são uma prioridade. A imunidade inata não específica tem um papel extremamente importante na defesa dos bivalves contra patógenos estes não possuem uma resposta imune adaptativa e não são possíveis de vacinar para prevenir o aparecimento de doenças. Desta forma, para desenvolver estratégias alternativas para conferir proteção aos bivalves é necessária uma compreensão integrada da sua resposta imune inata

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