CCMAR @t media: Cientistas não sabem se Ria ainda é santuário do cavalo-marinho | CCMAR
CCMAR é o único parceiro português em dois projetos europeus de Aquacultura
O Centro de Ciências do Mar (CCMAR) é parceiro em dois grandes projetos, financiados pela União Europeia, através de fundos H2020, o PerformFISH e o MedAID. Ambos os projetos serão desenvolvidos por equipas do CCMAR, durante os próximos anos.
21st International Symposium on Microencapsulation
INSCREVA-SE JÁ no 21st International Symposium on Microencapsulation (27 - 29 Setembro 2017), Gambelas Campus (Faro).
1ª Conferência de Biologia Marinha dos Países de Língua Portuguesa: Uma ponte entre mares
Um encontro para investigadores e interessados em Biologia Marinha, totalmente em língua portuguesa.
Peixes usam sinais químicos na urina para resolver disputas e excitar rivais
Num estudo recentemente publicado na revista Scientific Reports, um grupo de investigadores do Centro de Ciências do Mar, dá conta de que o peixe tilápia moçambicana usa estes sinais para reduzir a violência nos combates.
Bem-vindos!
O CCMAR recebeu ontem a visita dos novos alunos de Biologia e Biologia Marinha (2017/2018). Mostrámos os nossos laboratórios, o nosso Centro de Mergulho Científico e demos as boas-vindas aos caloiros que este ano ingressaram na UAlg.
 

CCMAR @t media: Cientistas não sabem se Ria ainda é santuário do cavalo-marinho

 

"(...) Estas notícias não passam despercebidas aos biólogos Jorge Palma e Miguel Correia, que desde 2007 estudam as espécies Hippocampus hippocampus (focinho curto) e Hippocampus guttulatus (focinho longo), as mais vulgares na Ria Formosa. «Sabemos que há pessoas que os capturam por meios ilegais, quer por mergulho, quer por arrasto, ambos interditos. Um dos problemas dos cavalos-marinhos é a fertilidade, que é muito baixa. O macho pode libertar 200 a 300 juvenis, mas, em meio natural, pouquíssimos sobrevivem.
Toda a população acaba por não ter capacidade de gerar um descendência em número suficiente. Se forem retirados do ambiente aos milhares como estão a ser atualmente,
rapidamente esta população pode entrar em colapso», explica Jorge Palma.
Estes cientistas sabem que as populações estão em declínio. «Conseguimos identificar algumas causas, quer naturais, quer antropogénicas. Um dos grandes problemas é a degradação ambiental, do habitat de fundo, o desaparecimento de macroalgas às quais os cavalos-marinhos se agarram e que precisam para estabelecer as suas colónias», explica o biólogo Miguel
Correia".

 

Publicado in Barlavento, 06/04/2017